Reflexão sobre a experiência de aprendizagem em PPel

Ao longo da unidade curricular de Processos Pedagógicos em eLearning foram propostas três temáticas de aprendizagem.
Na temática I com o tema Pedagogia do eLearning tivemos, numa primeira fase, de realizar uma bibliografia anotada com dois itens, um sobre pedagogia do eLearning e outro sobre o papel do professor online. Depois, numa segunda fase, tivemos de realizar um artefacto sobre o tema. Durante a primeira fase desta temática escolhi como itens relevantes para o tema, uma apresentação no Slideshare da autoria de Evandor Morgado em 2008 com o nome “Aprendizagem online, um novo caminho para o Ensino/Formação – eLearning o futuro” e um artigo de Eloy Rodrigues, criado em 2004 com o nome “O papel do e-formador (formador a distância)”. Esta bibliografia anotada encontra-se publicada no meu Blogue, nos seguintes endereços respetivamente: https://adelaidepaomoledias.wordpress.com/2012/11/19/bibliografia-anotada-abordagens-pedagogicas-em-elearning/; https://adelaidepaomoledias.wordpress.com/2012/11/19/bibliografia-anotada-o-papel-do-professor-em-contexto-online/. Ainda no decorrer desta temática, numa segunda fase, realizei um artefacto sobre o eLearnig e o papel do eFormador, que se encontra no seguinte endereço: https://adelaidepaomoledias.wordpress.com/2012/12/04/tematica-i-artefacto/
Nesta temática, aprendi bastante sobre o papel do eProfessor no ensino online e sobre pedagogia do eLearning. Tive alguma dificuldade, mas com alguma procura e persistência consegui encontrar itens de boa qualidade escritos em português e resolvi utiliza-los nesta temática.

Na temática II com o tema Práticas Pedagógicas em eLearning, na primeira fase, também tivemos de fazer uma bibliografia anotada com dois itens sobre o tema Personal Learning Environment (PLE). Na segunda fase tivemos de realizar uma representação visual com o nosso PLE acompanhado de uma descrição comentada. Durante a primeira fase, escolhi como itens a apresentar um site online da autoria de Bruno Leite, criado em 2011 e com o nome Ensino Tec (Ensino e Tecnologias) – Personal Learning Environments e um vídeo no youtube da autoria de Mst Celina Almeida com o nome “Meu Ambiente Pessoal de Aprendizagem”. Esta bibliografia anotada encontra-se publicada no meu Blogue, nos seguintes endereços respetivamente: https://adelaidepaomoledias.wordpress.com/2012/12/11/tematica-ii-bibliografia-anotada-1-personal-learning-environments/; https://adelaidepaomoledias.wordpress.com/2012/12/11/tematica-ii-bibliografia-anotada-2-personal-learning-environments/, tendo sido este último considerado pouco relevante, por seu um objeto muito amador e ter uma musica e efeitos que podem causar distração. Ainda no decorrer desta temática, numa segunda fase, realizei uma representação visual com o meu PLE, que se encontra no seguinte endereço: https://adelaidepaomoledias.wordpress.com/2012/12/23/o-meu-ple-adelaide-dias/
Esta temática foi bastante importante para mim pois com a criação do meu PLE ajudou-me a organizar melhor a minha aprendizagem, e ter uma melhor noção das ferramentas que já utiliza na criação da aprendizagem. Também nesta temática optei por indicar itens sobre PLE escritos em português.

A temática III com o tema Desenho da Aprendizagem Online estava dividida por três fases. Durante a fase 0 passamos por uma fase de preparação para o OLD MOOC. Nesta fase tivemos que ir ao site: http://www.olds.ac.uk/the-course para nos inscrevermos no curso e pedir adesão para participar nos grupos OLDS MOOC Open discussion e Google Groups Announcements. Ainda neste site podemos conhecer o calendário das atividades que iam decorrer durante o curso. Na fase 1, começamos a participar no OLD MOOC onde criei uma Cloudscape, que podemos encontrar no seguinte endereço: http://cloudworks.ac.uk/cloudscape/view/2686. Dentro dessa Cloudscape criei quatro Clouds como os seguintes nomes: Adelaide Dias_Learning Journal for OLDS MOOC (http://cloudworks.ac.uk/cloud/view/7108), First week of the MOOC_Adelaide Dias (http://cloudworks.ac.uk/cloud/view/7660), My dream: Photography Learning online (http://cloudworks.ac.uk/cloud/view/7208) e Presentation_Adelaide Dias (http://cloudworks.ac.uk/cloud/view/7200). Senti alguma dificuldade em acompanhar o MOOC uma vez que este era ministrado completamente em Inglês. Como nos foi sugerido uma atividade alternativa optei por realizá-la. A atividade alternativa estava dividida em três fases e na criação de um ePortefólio (https://sites.google.com/site/eportfolioadelaide/) para esta fase e para a tarefa dois onde tivemos de desenhar uma atividade online e a respetiva fundamentação pedagógica. Na tarefa alternativa, durante a primeira semana escrevemos sobre as Abordagens Pedagógicas e as Atividades que melhor se coadunam em cada uma delas. Na segunda semana fiz uma apresentação sobre os aspetos mais relevantes no desenho da aprendizagem e das atividades online. Por fim na terceira semana fiz um esboço para o desenho da atividade online.
Na segunda fase da temática III desenvolvemos a atividade online sendo que a minha atividade chama-se “Desenho da Atividade Online – Edição de Fotografia com Photoshop”, e está disponível no meu ePortfólio no seguinte endereço: https://sites.google.com/site/eportfolioadelaide/desenho-da-aprendizagem-online—edicao-de-fotografia-com-photoshop.
Este tema para o desenho da atividade online surgiu devido a um gosto enorme que eu tenho por edição de imagem e gostei bastante de a realizar.
Na minha opinião esta atividade é a que mais se aproxima do trabalho de um professor online, pois tivemos de preparar uma atividade onde tínhamos de apontar a fundamentação pedagógica, os objetivos da atividade, uma planificação, cronograma e os critérios de avaliação, pontos estes que vão de encontro aquilo que um aluno espera que um professor lhe apresente antes de iniciar uma atividade.

Todas as temáticas ao longo desta unidade curricular foram muito enriquecedoras para o meu processo de aprendizagem e sendo esta a minha primeira experiência como estudante online, a realização e os temas abordados nestas atividades aumentaram bastante o meu interesse pelo ensino online.

Em relação aos fóruns, não participei tanto quando queria, pois por vezes tinha pouca disponibilidade para me dedicar às tarefas da UC, gostava de ter tido mais tempo mas por vezes o trabalho não me permitia.

Por fim, quero agradecer e felicitar o professor José Mota pelo excelente trabalho que desenvolveu ao longo desta unidade curricular mostrando-se sempre disponível para nos ajudar na concretização das tarefas e esclarecendo sempre prontamente à nossas dúvidas e questões.

Mestrado: Pedagogia do eLearning
UC: Processos Pedagógicos em eLearning
Aluna: Adelaide Dias

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Temática III – 3ª Semana

Desenho da Aprendizagem Online – “Edição de Fotografia com Photoshop

 

Duração da Atividade

3 Semanas (14 a 28 de Fevereiro)

 

Fundamentação Pedagógica da Atividade

Esta atividade tem como objetivo partilhar conhecimentos com formandos sobre as principais funcionalidades do Adobe Photoshop CS2 (versão gratuita), de forma a conseguirem editar fotografias com o Photoshop. Assim, para tal vamos desenvolver competências para:

  • Conhecer o Software;
  • Compreender tipos e formatos de imagem;
  • Entender as funcionalidades das ferramentas presentes do software;
  • Realizar os exercícios propostos (Nível Fácil, Médio e Difícil)

Esta atividade decorre na modalidade eLearning, explorando a abordagem pedagógica conectivista. A atividade baseia-se na pesquisa de informações sobre o tema, na observação de tutoriais fornecidos pelo formador e na entrega de documentos descritivos dos exercícios propostos. Esta atividade divide-se em três semanas sendo que estas são de comunicação assíncrona, com exceção do dia 21 de Fevereiro, pelas 19 horas, que será síncrona através da plataforma AnyMeeting, de forma a criar mais interação e comunicação com o grupo. O formador intervém, para esclarecimento de dúvidas e correção dos exercícios propostos ou para quaisquer outras dúvidas que os formandos tenham.

 

Pré Requisitos para a Atividade

Para a realização desta atividade o formando terá de possuir algum software e hardware, como podem observar na lista seguinte.

 

Desenho da aprendizagem online

Ao longo desta atividade os formandos têm um trabalho muito autónomo. O formador disponibiliza os materiais, a bibliografia a pesquisar e os exercícios a desenvolver. O formando vai comunicando com o formador sempre que ache pertinente e quando terminar o exercício submete o ficheiro na aplicação correspondente. Netas atividade vamos ter uma sessão síncrona. Nesta fase da atividade, através da plataforma Anymeeting, o formador convida os formandos para a sessão síncrona, começa a gravar a sessão, e começa a comunicar com os formandos através do chat. O formador e os formandos ligam a webcam para criar uma maior interação. Depois o formador pergunta se estão todos preparados, e começa a sessão. O professor tem o microfone ligado e começa por fazer algumas questões sobre as ferramentas do photoshop, enquanto isso, mostra a tela do seu computador onde disponibiliza aos alunos alguns recursos importantes sobre o tema. Depois faz o upload de um documento com informações importantes sobre o photoshop para os alunos lerem e comentarem. Agora dá permissão a um de cada vez, ligando o microfone ao aluno para este falar e comentar a matéria apresentada, ao mesmo tempo os restantes colegas podem colocar questões/sugestões via chat. Depois o professor apresenta um vídeo do youtube com um tutorial explicativo de exercícios de nível fácil e médio no photoshop  e pede aos alunos para o assistirem com atenção. Depois de finalizado o vídeo o professor cria um questionário com perguntas sobre a matéria apresentada e sobre o vídeo que visualizaram, para os alunos responderem. Terminado o questionário, segue-se o esclarecimento de dúvidas onde os alunos podem colocar questões ao professor ou aos colegas via chat ou pedem permissão ao professor para falar. Esclarecidas as dúvidas o professor dá por encerrada a sessão e termina a gravação. Por fim, fica disponível na página do Anymeeting do professor, no menu My Meetings a gravação da sessão e o professor envia-a por e-mail aos alunos para que estes possam assistir posteriormente. Esta sessão terá uma duração de 2 horas, sendo que inicia as 19horas e termina às 21horas.

 

Planificação da Atividade

Semana 1 – 14 a 18 de Fevereiro

a)      Pesquisar informações sobre as ferramentas básicas do Photoshop

b)      Visualização do tutorial disponibilizado

c)       Realização do exercício proposto (Nível Fácil)

Semana 2 – 19 a 23 de Fevereiro

a)      Pesquisar informações sobre as ferramentas Intermédias do Photoshop

b)      Visualização do tutorial disponibilizado

c)       Realização do exercício proposto (Nível Médio)

d)      Participação na sessão síncrona

Semana 3 – 24 a 28 de fevereiro

a)      Pesquisar informações sobre as ferramentas Complexas do Photoshop

b)      Visualização do tutorial disponibilizado

c)       Realização do exercício proposto (Nível Difícil)

 

Cronograma da Atividade

Fevereiro 2013

cronograma

 

Recursos

ADOBE® PHOTOSHOP REVEALED ®CS2; Elizabeth Eisner Reding; 2006, Thomson Learning

“Web Designer’s Guide to Adobe Photoshop; Chris Tull; 2006; Wordware Publishing”

Sugai, André (Atualizado 08/02/2013). Tutoriais Photoshop. [site Online]. Disponível em: http://www.tutoriaisphotoshop.net/

                                              

 A avaliação das aprendizagens

A avaliação da atividade é feita através dos exercícios realizados pelos formandos. Depois de realizar o exercício o formando submete o ficheiro na plataforma Moodle na aplicação correspondente (Submeter exercício nível fácil; Submeter exercício nível médio; Submeter exercício nível difícil) Ao longo das semanas os formandos têm de comunicar com o formador e com os colegas através do fórum da atividade, expondo dúvidas, questões ou sugestões.

avaliação

A atividade tem uma nota final de: 5 valores

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Temática III – 2ª Semana

Apresentação sobre as Abordagens Pedagógicas no Desenho da Aprendizagem e na Atividade Online.

É feita uma pequena descrição às Abordages Pedagógicas

  • Cognitivo-bahaviorista
  • Social Construtivista
  • Conectivista

No ensino Online realça a Abordagem Pedagógica Conectivista e é sobre ela que vou apresentar alguns dos aspetos mais relevantes no Desenho da Aprendizagem e nas Atividades Online.

 

Apresentação_prezi3

Clique na Imagem para ver a Apresentação

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Temática III – Primeira Semana

Abordagens Pedagógicas e Atividades que melhor se coadunam em cada uma delas

  • Abordagem Pedagógica Cognitivo-bahaviorista, onde a aprendizagem resulta de estímulos por parte dos professores aos alunos. O conhecimento é disponibilizado de forma sequêncial para o aluno e o professor conduz o aluno e determina a velocidade e a forma de construção do conhecimento do mesmo.
  • Abordagem Pedagógica Social Construtivista, onde construimos a nossa própria aprendizagem através de interações com o meio social. O aluno interage com os materiais e modifica-os, construindo assim o seu conhecimento. O professor é um mediador do processo do conhecimento que se dá através de interações sociais.
  • Abordagem Pedagógica Conectivista, onde o conhecimeto se constroi através de experiências, contactos, informação e tecnologia e criação de uma rede de relações com pessoas que divulgem informações do nosso interesse. O aluno é autodidata na sua aprendizagem e o professor acompanha e auxilia nas suas dúvidas. Esta aprendizagem é realizada com auxilio às novas tecnologias.

Abordagens Pedagógicas

Em primeiro lugar fiz uma pesquisa sobre as diferentes abordagens pedagógicas e quais as atividades que melhor se coadunam com cada uma delas. Depois, fiz uma pequena descrição sobre cada uma elas. Por fim utilizei um diagrama para organizar as diferentes abordagens pedagógicas e em cada uma delas numerei algumas atividades. Optei pelo diagrama apresentado em cima pois este transmite, ao mesmo tempo, as diferentes abordagens pedagógicas assim como as atividades mais utilizadas em cada uma delas e assim temos logo a perceção das principais diferenças entre as abordagens pedagógicas cognitivo-bahaviorismo, social construtivismo e conectivismo.

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RECENSÃO CRÍTICA DOS VÍDEOS DE MICHAEL WESCH

Dear professor Wesch,
We’re a group of Students of a master Degree on Elearning Pedagogy, from Open University, Portugal.
In one of our courses, we were asked to make some statements about some of your videos. Therefore, here are our comments:

This video shows the spirit of solidarity, collaboration and cooperation that exists among students of the University of Kansas, towards students with economic difficulties, revealing a set of values which are promoted within the academic community.
If education is not only instruction, but also the transmission of values, this video demonstrates the role of technology, not as mere users, but knowledge builders and information sharers.
On the other hand, it is also shown the importance given to education and the possibility that the network offers to the pursuit of a true democratization of education.

Teta Team: Adelaide Dias, Alberto Cardoso, Cristina Neto

 

Dear professor Wesch,
We’re a group of Students of a master Degree on Elearning Pedagogy, from Open University, Portugal.
In one of our courses, we were asked to make some statements about some of your videos. Therefore, here are our comments:
This video aims to alert for the new generation of students and the absolute need to change the educational paradigms, especially in higher education, starting from their own expression of their needs, desires and expectations. We emphasize that, the use of technology by students, allows us to easily be aware of their “thinking” when showing their concern in terms of their future.
There are some relevant phrases that students show in particular: “when I graduate I’ll have a job probably that does not exist today.” This reality has been seen since several years now and it is indicative of the influence that technology has on the evolution of society, in which in a space of just over a decade, the professions for which students are being preparred, cease to exist, emerging new ones.
The idea of multitasking student is also very well portrayed here through a very interesting accounting of hours, clearly demonstrating the new abilities and ways of functioning that students have at their disposal and (almost always) so nicely take advantage of. But does multitasking have advantages? On the one hand yes, it allows managing time, getting MORE results. On the other hand, no. There is a huge dispersion of attention, which in some cases can mean LITTLE quality. We must be selective so we can decide whether we can / should be multitasking (woman / wife / mother is the perfect representation) or we should not be multitasking (indiscriminate use of mobile phones by students in the classroom without permission).
Moreover, as today’s youngsters have already been born in the age of technology and are so familiar with it, it allows them to contribute with capital gains and improvements in education.

Teta Team: Adelaide Dias, Alberto Cardoso, Cristina Neto

 

Hi Professor Wesch,
Nice video!
In this video we find interesting the idea that “media are environments, not just tools.” Indeed, as we will see later, the environments shape the way of acting, so that’s why we can find on Youtube people revealing parts of them that there would not reveal otherwise. This feature is related to authenticity and network transparency. The fact that we are talking to a camera without a real audience sets you free and allows greater authenticity and greater ease in finding relationships, or getting feedback. On the other hand, this attempt to escape the anonymity and say “here I am” it is not a new phenomenon and it is enlightened with the quoting of Henry Canby that although dating from 1926, seems so up-to-date. Well, even though we know that our work, video, or even we can be seen by thousands of people, they are not looking at us in real time, so it becomes easier communication, knowledge sharing and information and thus we are more authentic in what we are addressing.
This video also addresses the changes occurring in society and the evolution of the term often used by English speakers, “whatever”, since “I do not care what you think”, the “do not care” until what it is intended to become a “mind me, so we’ll do whatever it takes.” This change in the focus on the interests of citizens is also demonstrative of the relationship between society and politics that has changed with the presence on the network and the ease of communication and information dissemination that it allows, as well as a higher filtering face what is transmitted and often manipulated by the mass media.

Adelaide Dias
Alberto Cardoso
Cristina Neto
Master’s students on E-learning Pedagogy, Universidade Aberta – Portugal

 

Hi Professor Wesch,
Nice video.
This video leads us to the concept of web semantics because of the idea that the machine learns with us. Each page we visit, each uploading or downloading we do, provides data on our likes that the “machine” turns into knowledge and “saves” for future interactions. This video highlights the role of web 2.0 in building knowledge and relationship networks and the need to change the patterns of society due to the evolution of technology and the possibilities it offers. With the rise of Web 2.there was a huge transformation in cyberspace: instead of using only the technologies in a passive way to create “closed” documents, there is a total openness to what can be called new users / builders of content, enabling to share very good information. This is related with the idea that we are not using the network to produce information anymore, but it is the network that uses us to share everything we produce. Of course there must be a great sense responsibility, but also transparency, because even if the first step the information is not so correct it has been increasingly refined, particularly through new users. Thus, each user must know how to manage all the information one finds and verify the authors to get a sense of the credibility of the assembled information.

Adelaide Dias
Alberto Cardoso
Cristina Neto
Master’s students on E-learning Pedagogy, Universidade Aberta – Portugal

 

Os vídeos apresentados fazem parte de um conjunto de vídeos do professor Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural na Universidade do estado do Kansas, EUA.
Os três primeiros vídeos foram produzidos no âmbito da disciplina de Etnografia Digital em conjunto com os seus alunos e pretendem alertar para a necessidade da alteração dos paradigmas educacionais no ensino superior, face à revolução tecnológica e ao seu impacto na sociedade actual. Apresentam também a visão dos estudantes sobre o seu percurso académico, as suas necessidades e expectativas. No quarto vídeo, assistimos a uma apresentação do professor Wesch no Lincoln Center em Nova Iorque, em junho de 2009, no Personal Democracy Forum.
No global, o autor parte da sua realidade e dos seus alunos, que é o ensino superior, para alertar para a urgência da mudança de paradigmas neste nível de ensino.
Wesch procura evidenciar o espírito de solidariedade, colaboração, cooperação e entreajuda existente nos estudantes da universidade do Kansas, para com os alunos com dificuldades económicas, revelando um conjunto de valores promovidos no seio daquela comunidade académica que demonstram a essência do espírito académico existente nos alunos da universidade. Se educação não é só instrução, mas também transmissão de valores, é demonstrado que a rede pode ser um instrumento precioso na disseminação da prática desses mesmos valores, apelando à participação. Não poderemos inferir que, numa escala mais alargada, o acesso à educação pode mesmo ser global se as pessoas interiorizarem e praticarem os valores acima referidos? A predisposição para apoiar os que têm menos recursos? Sendo aqui que se revela a grande contribuição que as tecnologias podem dar na globalização do acesso à educação, não no âmbito de meros utilizadores, mas de construtores de informação e de partilha.
Tendo os jovens de hoje já nascido na era das novas tecnologias, isso possibilita-lhes uma intervenção mais ativa na deteção e introdução das alterações necessárias, podendo constituir uma mais-valia na implementação da mudança de paradigma. Esta intervenção ocorre, sobretudo, com a sua presença na rede: com a utilização em larga escala das redes sociais, podemos facilmente visualizar o “pensamento” dos estudantes dos nossos dias e a preocupação que demonstram em termos do seu futuro, ao exporem os seus desejos e expectativas de forma mais transparente e autêntica, como o professor Wesch mostra no vídeo referente à utilização do Youtube, onde refere que as pessoas revelam partes de si que
não revelariam de outra forma, pois o “peso” da exposição não é tão forte quando não existe um interlocutor presente e real. Este é um aspeto relacionado com a autenticidade e transparência na rede. O facto de se falar para uma câmara, sem um público concreto, desinibe e permite uma maior autenticidade e uma maior facilidade na procura de relações, de obtenção de feedback. O conceito com que o professor Wesch abre a sua comunicação no Lincoln Center de que “media are environments, not just tools”, é ilustrado por esta constatação observada na rede pela sua equipa, na medida em que o ambiente potencia determinados comportamentos que não ocorreriam num outro.
Também bem diferentes das de antigamente são as necessidades, desejos e expectativas dos estudantes da nova “e-geração“, cuja satisfação deverá passar pela reformulação do sistema de ensino que deveria aproveitar as capacidades dos estudantes que, através da tecnologia, ganharam recursos antes impensáveis, bem demonstrados na apresentação da utilização do seu tempo que chega a ultrapassar as 24 horas do dia. Este aspeto é revelador da sua polivalência e capacidade de multitasking, a qual adquiriram por via da transformação do real, onde este se confunde com o virtual, ao possibilitar a execução de várias tarefas simultaneamente e ao eliminar a necessidade da presença física para a sua concretização.
Outro aspeto importante prende-se com um comentário apresentado:  “when I graduate I’ll probably have a job that doesn’t exist today.” Esta é uma realidade que já se vem a verificar há vários anos e que é reveladora da influência que a tecnologia tem na evolução da sociedade, em que, num espaço de pouco mais de uma década as profissões para as quais os estudantes começam a ser preparados deixam de existir para emergirem novas profissões. A alteração dos paradigmas profissionais, tão ligados à evolução da tecnologia, exige a preparação dos estudantes sobretudo para a capacidade, gosto e necessidade de continuar sempre a aprender e de se tornarem suficientemente flexíveis para se adaptarem facilmente à evolução.
Com o aparecimento da web 2.0 processou-se uma enorme transformação no ciberespaço. Em vez de usarmos apenas as tecnologias de um modo passivo para criar documentos fechados, há uma total abertura ao que podemos designar de novos utilizadores/construtores de conteúdos, possibilitando uma partilha de muito boa informação. Fica então associada a ideia de que não somos nós a usar a rede para produzirmos informação, mas é a rede que nos usa para disseminar tudo o que é produzido por nós. Estando associada uma ideia de enorme responsabilidade, a informação é depurada pela própria rede através do olhar atento e crítico dos outros cibernautas.
Na sua apresentação no Lincoln Center, o professor Wesch apresenta a descrição da evolução da expressão, muito utilizada pelos falantes de língua inglesa, whatever, desde o “não me interessa o que pensas”, ao “não me importo” até ao que se pretende que passe a ser “importo-me, por isso vamos fazer o que for preciso com o que for necessário”. Esta mudança de foco nos interesses dos cidadãos é também demonstrativa da relação entre sociedade e política, que se tem vindo a alterar com a presença na rede e a facilidade de comunicação e de disseminação da informação que ela permite, assim como uma maior filtragem face ao que é transmitido e, muitas vezes, manipulado pelos mass media.
Embora partindo de uma realidade que não é universal, a realidade americana, os vídeos do professor Wesch, apelam a transformações necessárias globalmente, realçando o importante
papel da web 2.0 na construção de redes de conhecimento e de relações e a necessidade de alterar os paradigmas da sociedade face à evolução da tecnologia e às possibilidades que ela oferece.

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Digital Storytelling_Estudante Online na UAb

Licença Creative Commons

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Autenticidade e Transparência na Rede

A Virtualização das Relações Sociais – Autenticidade e Transparência na Rede

As redes sociais têm vindo a ganhar espaço no quotidiano das pessoas que possuem acesso às novas tecnologias. Assim, podemos dizer que as relações sociais de lazer sofreram algumas alterações. Enquanto, antes se realizavam encontros pessoais, como por exemplo, festas, reuniões entre amigos, hoje estas relações dão-se através da rede mundial de computadores. As tecnologias da comunicação possibilitam a quebra do tempo e do espaço, gerando o contacto em tempo real, entre pessoas distantes fisicamente discutindo um determinado tema. Com as redes sociais, surgem amizades virtuais, namoros virtuais e até infidelidade virtual. Com todos esses aspetos apontados em cima, podemos dizer que estamos perante uma virtualização das relações sociais.

Hoje em dia socializa-se cada vez mais através dos Ciberespaços, que “é um novo meio de comunicação que surge a partir da interconexão mundial de computadores, o termo abrange tanto a infra-estrutura material, quanto as informações contidas nele, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo.” (Levy – 1999).

Um dos exemplos destes ciberespaços, são as redes sociais (Facebook, MySpace, o Google+, o Twitter, entre outros) que podem ser utilizadas para aprendizagem, entretenimento, comunicação. Mas estes ciberespaços também têm os seus perigos pois se nós pessoalmente não conhecemos realmente uma pessoa como é que vamos conhece-la virtualmente.

Em relação à autenticidade na rede, na minha opinião, ela não existe pois há muita gente que cria perfis falsos, mostrando para a rede aquilo que não são, ou se apodera de perfis de outras pessoas. Logo existe sempre a incerteza se aquela pessoa é quem nós imaginamos que seja.

Se for possível separar o real do virtual então o nosso real e o nosso virtual complementam-se e fazem ambos parte da nossa vida, logo nós temos de mostrar na rede somente aquilo que queremos mostrar também fora dela, pois apesar de nós termos comportamentos diferentes consoante as pessoas e os espaços em que estamos, na rede todas a gente tem acesso e ao mesmo tempo, aquilo que somos na rede.

O facto de nós sermos transparentes na rede pode ser muito importante e facilitar em casos de burla ou roubo de identidades. Se nós formos transparentes na forma como comunicamos e interagirmos na rede criamos uma identidade virtual e assim, se formos alvo de algum roubo de identidade, os nossos amigos reais/virtuais conseguem reconhecer o sucedido com alguma facilidade. Por outro lado, na minha opinião existe pouca transparência na rede, mais precisamente, nas redes sociais, pois as imagens partilhadas na rede tentam sempre mostrar o lado bom. Quando se partilha uma imagem na rede, mostra-se, por exemplo, pessoas a divertirem-se e nunca, chateadas. As imagens, a maioria das vezes levam retoques em programas de tratamento de imagens, tornando assim as relações sociais pouco transparentes. Para além disso, se nós socializamos com uma pessoa na rede mas não a conhecemos pessoalmente, dificilmente saberemos se tudo o que diz e mostra corresponde à realidade. Por outro lado as redes sociais permitem que as pessoas, possam expressar-se de maneira diferente. Muitas das vezes podem sentir-se mais a vontade pois não estão a ver a pessoas com que estão a falar.

Será autêntica toda a informação que encontramos na rede? Hoje em dia, qualquer pessoa pode colocar informações na rede, o que torna grande parte da informação disponível pouco credível. A rede dá-nos acesso ao mais variado tipo de informação, o que pode ser visto como um perigo, pois os utilizadores podem vir a ter acesso a conteúdos pouco próprios. Mas, por outro lado, também é através da rede que podemos ter acessos a novas culturas, novas aprendizagens e conhecimentos. A informação encontrada na rede pode ser autêntica, tem é que ser bem selecionada para não corrermos os riscos que estarmos a tirar conclusões erradas sobre um determinado assunto.

As relações virtuais e o contacto com os outros através do computador é uma forma de se fazer amizades e conhecer novas pessoas. Assim, o ciberespaço não é sinónimo de individualização mas sim, é visto como um novo espaço de comunicação interpessoal e social.

Virilio (1993) diz que “neste rearranjo da cidade, do ponto de vista espacial e temporal, a partir do que denomina “rutura de continuidade”, desdobra na utilização das tecnologias eletrônicas de comunicação, se constituindo em uma mediação eletrônica que substitui o contacto face to face”.

 

Referências:

Lévy P. (1999), Cibercultura [Tradução de Carlos Irineu da Costa], São Paulo, Editora 34

Virilio, P. (1993), O espaço crítico e as perspectivas do tempo real. [Tradução de Paulo Roberto Pires], Rio de Janeiro, Editora. 34

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Storyboard

Storyboard sobre a minha experiência enquando estudante online na Universidade Aberta

Storyboard_Adelaide Dias

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O que é o Digital Storytelling? Porque devo usar as licenças Creative Commons?

O que é o Digital Storytelling

DigitalStorytellingIcon

O Storytelling é utilizado para partilhar conhecimentos, sabedoria e valores. Através de palavras, imagens e sons. As culturas contavam as Histórias com o objetivo de entreter, educar, preservar a cultura e incutir valores morais. Hoje em dia, o Digital Storytelling é uma forma moderna de contar histórias combinando, fotografias, vídeo, animação, som, música, texto e voz. Estas tomaram diferentes formas e, depois de uma grande evolução, são contadas através de ecrãs de computadores. Um dos objetivos do digital Storytelling é promover a inovação e a criatividade pois existem diversas formas para expressá-lo.

Digital Storytelling é uma expressão que descreve uma nova prática onde as pessoas utilizam as ferramentas digitais para contar uma história. As Histórias digitais são frequentemente apresentadas em formatos atraentes e interativos. O Digital Storytelling também pode ser visto como narrativas digitais, histórias interativas, hipertextos, e jogos de computador narrativos.

Esta nova forma de contar histórias surgiu com o aparecimento das técnicas de produção dos media, por exemplo com a utilização de Câmaras digitais e com os softwares de edição de imagem. Assim as pessoas podem partilhar as suas histórias através da Internet, por exemplo YouTube ou Vimeo, que são dois sites onde se podem alojar vídeos.

Porque devo usar as licenças Creative Commons

As licenCreative_commonsças Creative Commons permitem que toda a gente que tem acesso ao trabalho possa utilizá-lo de acordo com a licença e assim permitimos que outros autores utilizem algumas das nossas composições. Um autor pode disponibilizar um artigo e permitir que outros o utilizem, que o publiquem em outros meios, utilizar apenas parte do texto num novo texto, ou fazer alterações ao texto original. Ao utilizar as licenças Creative Commons, estou a permitir o uso das minhas obras de uma forma mais flexível para além de que posso decidir como e sob quais condições os meus materiais podem ser utilizados por terceiros. Por exemplo, com esta licença, posso permitir que as pessoas utilizem ou alterem um texto da minha autoria, desde que me identifiquem como autora e não o utilizem para fins comerciais.

Todas as licenças Creative Commons têm em comum várias características, pois todas ajudam os autores a manter o seu direito de autor, ao mesmo tempo que permitem que outras pessoas copiem, distribuam e façam usos do seu trabalho desde que não sejam para fins comerciais. Todas as licenças Creative Commons são aplicáveis para o mundo em geral e todas têm a mesma durabilidade. Estas características são comuns, em todas as licenças Creative Commons, depois os autores podem optar por acrescentar autorizações adicionais, pois têm de decidir como permitem que o seu trabalho seja utilizado. Antes de fazer a licença Creative Commons e para melhor o ajudar na escolha da mesma, o autor tem de ter em consideração dois aspetos importantes, que são eles: Permito que a minha obra seja comercializada ou não? Permito que sejam criados trabalhos derivados da minha obra ou não? Depois se o autor permitir a criação de trabalhos derivados da sua obra, ainda pode exigir que quem usar o seu trabalho, disponibilize também o trabalho que desenvolveu, com as mesmas condições de licença.

Referencias:

http://bagusaudio.blogspot.pt/

http://ca.wikipedia.org/wiki/Fitxer:Creative_commons.jpg

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O Meu PLE – Adelaide Dias

Nesta temática sobre o Personal Learning Environments, foi-nos pedido que elaborássemos uma representação visual do nosso PLE. Para a elaboração do mesmo, inicialmente tive de fazer uma pequena reflexão sobre as aplicações que utilizo e como é o meu Ambiente Pessoal de Aprendizagem. O meu PLE, inicialmente, era para ter sido realizado em Flash mas acabei por optar e desenvolve-lo no programa Microsoft Office PowerPoint. Este está dividido em cinco tópicos, que são eles: Comunicação, Procura de Informação, Produção, Organização e Gestão, Publicação e Partilha. Na primeira página encontra-se a identificação do PLE, o globo, que representa o mundo e como o meu ambiente pessoal de aprendizagem não tem limites e pode abranger o mundo, e os cinco tópicos. A navegação está interativa, havendo hiperligações dos tópicos para diapositivos onde cada um mostra as aplicações utilizadas.

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Figura 1 – Página Inicial do meu PLE

Ao clicar no Tópico Comunicação, mostra-nos as aplicações que eu utilizo para comunicar, que são elas: Moodle; Google Translatter; Linkedin; Skype; Facebook; Google Talk; Twitter. Todas estas imagens têm hiperligação para a página inicial das aplicações. Para voltar à página inicial do PLE clicamos na palavra Comunicação. Estas aplicações estão todas associadas a dois e-mails aos quais acesso regularmente, logo qualquer atividade ou atualização que ocorra sou logo informada. Já utilizava todas estas aplicações antes de iniciar o mestrado mas agora utilizo-as numa forma mais profissional e não tanto de descontração.

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Figura 2 – Página das aplicações utilizadas para Comunicar

Ao clicar no Tópico Procura de Informação, mostra-nos as aplicações que eu utilizo para procurar a informação, que são elas: SlideShare; Scribd; Diigo; Scoop.it; Issuu; Google; Delicious; Vimeo; blogger; WordPress. Todas estas imagens têm hiperligação para a página inicial das aplicações. Para voltar à página inicial do PLE clicamos na palavra Procura de Informação. Estas aplicações também estão associadas a dois e-mails, recebendo por essa via todas as informações e atualizações postadas. Já utilizava algumas destas aplicações, à exceção do Diigo, Scoop.it e Delicious, tendo havido o primeiro contacto já no decorrer do mestrado.

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Figura 3 – Página das aplicações utilizadas para Procura de Informação

Ao clicar no Tópico Produção, mostra-nos as aplicações que eu utilizo para realizar os meus trabalhos, que são elas: PDF; Office; Corel VideoStudio; iSpring; MovieMaker. Todas estas imagens têm hiperligação para a página inicial das aplicações. Para voltar à página inicial do PLE clicamos na palavra Produção. Todas estas aplicações requerem instalação no computador e já trabalhava com todas elas antes de iniciar o Mestrado.

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Figura 4 – Página das aplicações utilizadas para a produção e realização dos trabalhos

Ao clicar no Tópico Organização e Gestão, mostra-nos as aplicações que eu utilizo para organizar e gerir os meus trabalhos e pesquisas, que são elas: Google Calendário; Mendeley; Zotero; Microsoft Outlook. Todas estas imagens têm hiperligação para a página inicial das aplicações. Para voltar à página inicial do PLE clicamos na palavra Organização e Gestão. Já trabalhava com a aplicação do Google calendário pois ajuda bastante na organização dos trabalho e tarefas a realizar. As notificações que podemos definir ajudam-nos para não nos esquecermos das datas em que temos de entregar um determinado trabalho ou quando se vai realizar uma determinada tarefa ou atividade. Como tenho mais de um e-mail o Outlook ajuda bastante na gestão de todos eles. O Mendeley e o Zotero, não conhecia e passei a utiliza-los no mestrado, ajudando na gestão das referencias bibliográficas.

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Figura 5 – Página das aplicações utilizadas para a organização e Gestão dos trabalhos e pesquisas

Ao clicar no Tópico Publicação e Partilha, mostra-nos as aplicações que eu utilizo para publicar, partilhar ou somente guardar os meus trabalhos, que são elas: Youtube; SugarSync; Google Drive; Dropbox. Todas estas imagens têm hiperligação para a página inicial das aplicações. Para voltar à página inicial do PLE clicamos na palavra Publicação e Partilha. Estas aplicações também estão associadas a um e-mail recebendo notificações quando algo novo acontece. Já utilizava todas estas aplicações sendo que a dropbox é a que utilizo há mais tempo e com mais frequência.

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Figura 6 – Página das aplicações utilizadas para a Publicação e Partilha dos trabalhos

O Google e todas as suas aplicações prevalecem e são as que utilizo mais frequentemente. Já utilizava algumas das aplicações aqui apresentadas ao longo do PLE mas agora utilizo com outros objetivos como e o caso das aplicações de comunicação. São poucas as que comecei a utilizar somente desde o início do mestrado, que são elas: Diigo, Scoop.it e Delicious, na procura de informação e o Mendeley e o Zotero na gestão de referências bibliográficas. Com o decorrer do mestrado este meu PLE será atualizado pois são várias as aplicações e ferramentas que ainda vamos trabalhar e explorar, pois com as evoluções tecnológicas, vão aparecer novas.

Deixo-vos o meu PLE na versão PDF para poderem navegar sobre ele e conhecer as suas funcionalidades.

O meu PLE

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